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A História do Calcanhar de Maracujá

Quatro anos atrás, um pequeno corte no pé esquerdo de Pamela Mitchell se transformou em uma infecção de diabetes de 5 cm e para dentro do osso. Outra ferida se desenvolveu no seu pé direito, devido à pele seca e quebradiça. Os médicos tentaram de tudo - cremes, antibióticos - mas nada funcionou.


"Meu médico me disse para desistir, ver um psicólogo, pois meu pé seria amputado", ela recorda.
Pamela, agora com 52 anos, teve que tomar uma decisão rápida porque o antibiótico que os médicos prescreveram para sua infecção estava destruindo seus ossos. Ela estava se preparando para se submeter a um transplante de medula óssea quando um amigo lembrou-se que viu médicos europeus usando larvas para tratar de ferimentos como os de Mitchell. Sem nada a perder, ela resolveu tentar.
http://calcanhardemaracuja.blogspot.comEla encontrou um dermatologista que queria aplicar o procedimento, e logo ela tinha 600 larvas vivas dentro do ferimento do seu pé esquerdo, e 400 no do seu pé direito, onde ficaram presas por gaze por dois dias inteiros.
Na hora de remover as larvas, o médico estava enojado. "Ele nunca tinha feito aquilo antes" relata Pamela. Ele também se impressionou ao ver que havia funcionado.

Ao longo de dez tratamentos, ferimentos que passaram por meses de tratamentos caros começaram a ficar curados.

Hoje Pamela caminha normalmente e seus calcanhares estão saudáveis. Ela é agora membro do quadro da Fundação de Educação e Pesquisa de Bioterapia (Biotherapeutics Education and Research Foundation), uma organização sem fins lucrativos que promove o uso médico de larvas.
"Elas não salvaram apenas os meus pés, elas salvaram minha vida. Elas são melhores que qualquer coisa que o homem invente, porque eu havia tentado de tudo", diz Pamela.


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